INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. MAS PODE ME CHAMAR DE WATSON.

Ei, o que a IBM veio mesmo fazer em um encontro de Agências de Propaganda?

Veio apresentar o Watson.

Ou, se preferirem, introduzir a todos no mundo dos Negócios Cognitivos.

(Hã?)

Watson é um sistema de processamento avançado, recuperação de informação, representação de conhecimento, raciocínio automatizado e tecnologias de aprendizado de máquinas.

(Entenderam?)

Ou seja: Watson é uma máquina que aprende.

Fala a IBM:

“Watson entende qualquer tipo de dado. Pode interagir naturalmente com as pessoas. Mais de 100 técnicas diferentes de processamento são utilizadas para analisar a linguagem natural, identificar a origem, localizar e gerar hipóteses, localizar e marcar evidências e juntar e rankear hipóteses. Ou seja: Watson aprende, compreende, analisa e cria.”

Simplificando, Watson aprende exatamente como os seres humanos, só que em uma velocidade assustadora. Por exemplo, Watson já leu 15 milhões de páginas de tratados médicos.

Em função disso, Watson interage (com voz) com os seres humanos e faz a anamnese. Watson solicita exames. Watson lê os exames.

Watson produz diagnósticos com 99,99% de assertividade. E não está satisfeito: o objetivo é 99,999%.

(Pergunta: Qual médico tem 99,99% de assertividade?)

Watson hoje já ajuda médicos e mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo na sua luta contra o câncer.

Watson já trabalha na indústria aeroespacial.

Watson já trabalha na educação.

Watson já criou um Hit musical, estudando métricas musicais e preferências das escalas de sucesso.

Watson já criou um super vestido de alta costura.

Watson é o nome da maior revolução tecnológica jamais vivida pela humanidade. É um potencializador da mais assustadora expansão do conhecimento humano.

Watson hoje está estudando tudo. Em todas as ciências. Está trabalhando em mais de 45 países e em mais de 20 segmentos de mercado diferentes.

Watson vai ajudar as agências a definir públicos-alvo e meios de conversão nesta nova realidade de bilhões de combinações possíveis de mídia. Vai ajudar clientes a desenvolverem produtos em função de comportamentos analíticos dos consumidores.

Watson: é melhor estudá-lo. Até porque ele está estudando você.