Imersão no cliente: equipe e21 na Husqvarna em São Paulo

A e21, como uma agência estratégica, busca maior aproximação e integração com nossos clientes, captando sua essência em cada trabalho. Para isso, treinamentos e vivências sobre a marca são essenciais para conhecer melhor os produtos, o mercado, e as soluções para os quais eles se aplicam.

A Larissa (atendimento) e o Diogo (planejamento)  participaram do treinamento de ferramentas da Husqvarna, e, através dessa experiência, conseguiram ter total conhecimento da marca e de suas soluções, entendendo o funcionamento das máquinas e o olhar do cliente sobre o campo. Os dois falaram para a gente sobre essa imersão.

 

Confira abaixo a entrevista.

Como foi a experiência em campo na visita e no treinamento na fábrica da Husqvarna?

Larissa: Foi enriquecedor, leve e divertido. Esse tipo de experiência amplia o nosso olhar sobre o negócio do cliente, a sua origem, a forma como trabalha e também as pessoas que fazem parte de toda essa cadeia. Desde o operário da fábrica, o auditor dos produtos, até o técnico que sabe muito sobre cada produto e os revendedores que são o canal direto com os clientes.

Diogo: Foi muito legal! O Paulo Figueiredo, responsável pela área de mecanização agrícola da Husqvarna, é um querido e um ótimo professor. Todas as etapas da imersão foram leves e divertidas, fazendo com que nosso contato com os produtos se desse de maneira mais natural.

 

O que você aprendeu/descobriu sobre o cliente nessa visita que antes não sabia?

Larissa: Apesar de já conhecer a maioria dos produtos, já tê-los visto em ação e saber em teoria para que servem, é outra experiência poder me colocar no lugar do cliente que usa o produto e seguindo cada etapa do cultivo. Isso tornou o treinamento muito mais real e produtivo, possibilitando muito mais do que conhecer os features dos produtos, mas sim entender de forma mais profunda a necessidade do produtor em cada etapa e como cada produto responde à isso. Também conheci o processo de produção destes produtos, as pessoas por trás da marca e o interesse de cada um em exercer o melhor trabalho possível.

Diogo: Tem certas coisas que a gente só aprende botando a mão na massa. Na teoria, eu já sabia sobre as etapas do processo de plantio, mas na prática é outra história! Passar por todas as etapas do cultivo abre nossa mente para as possibilidades que o nosso cliente oferece na transformação da realidade do pequeno agricultor que precisa se mecanizar. Além disso, foi legal de ver com meus próprios olhos como a Husqvarna se preocupa com a qualidade das máquinas que saem da fábrica e o quanto nosso time de revendedores é solícito e gente boa.

 

O que a vivência junto ao cliente agregou ao seu trabalho?

Larissa: Além de abrir o nosso olhar sobre o negócio como um todo, o treinamento forneceu ferramentas e conteúdos teóricos e práticos sobre os produtos, o que é fundamental para aproximar o nosso entendimento dos produtos do que eles realmente são e, consequentemente, nos ajuda a direcionar melhor a comunicação e inclusive enxergar novas oportunidades para o cliente.

Diogo: A experiência em campo faz com que a gente fixe os conhecimentos construídos de forma teórica e tenha mais legitimidade para tratar sobre os conteúdos dos produtos, dos usuários e, portanto, para tomar decisões mais assertivas na comunicação da marca.

 

E para a sua vida pessoal?

Larissa: Foi um momento importante e de conexão com a minha própria origem, visto que meus pais e avós foram agricultores e muitos dos meus familiares vivem do campo até hoje. Essa curta vivência me fez admirar ainda mais essas pessoas e também valorizar o fato de poder trabalhar ligada ao agronegócio.

Diogo: É uma experiência sem igual, porque permite que a gente tenha um olhar mais empático sobre o dia a dia do nosso time de revendedores e do pequeno agricultor e o seu trabalho no campo. Esses momentos que nos fazem sair da nossa zona de conforto ajudam a estourar bolhas sociais e ver que existem diferentes pessoas, pensamentos e vivências para fora do nosso mundinho.

 

Pra você, qual foi o melhor ou o mais curioso equipamento que você manejou no treinamento?

Larissa: Foi o motocultivador, pelas múltiplas aplicações e soluções de um mesmo produto, além do que ele pode representar em produtividade pensando em um pequeno produtor.

Diogo: Eu amei o motocultivador, pela versatilidade, força e beleza da máquina… É incrível!