EL OJO DE IBEROAMÉRICA 2016 – PUBLICIS ONE… SERIA UM CASO DE TODAS AS AGÊNCIAS DA HOLDING TRABALHAREM “AS ONE”? – (HUMMM…INTERESSANTE…)

Nesse penúltimo review desse 2016 que não termina nunca, seguimos resumindo um pouco do muito que foi o El Ojo de Iberoamerica.
Agora, nossa atração chama-se Mônica Gadsby, CEO da Publicis One para a América Latina.
A apresentação dela foi cuidadosa e metódica, pois basicamente leu um texto muito preciso, estudado e concatenado sobre os impactos das mudanças que estamos atravessando em nosso negócio e no mundo (sociedade).
Além disso, ela dividiu a apresentação com um diretor de conteúdo da rede e sua apresentação, assim, ganhou um tom de absoluta objetividade.

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Se quiserem acessar a palestra dela/dele, ei-la:
https://www.facebook.com/ElOjodeIberoamerica/videos/10154772756844044/

Ou, sigamos:
“Estamos no meio de uma nova Revolução industrial. Com mudanças exponenciais e uma velocidade de implementação jamais vista. Esse é um momento de transformação sem precedentes em nossa história. E é a conectividade, a força de um consumidor “Always-On”, empoderado, no controle, seletivo, o coração e o elo motivador dessa transformação sem volta. É uma mudança incrível no modo que nos comportamos socialmente, hoje.”

Mônica explicou que hoje em dia, as companhias que possuem um storytelling criativo – ou mesmo que basicamente prestam seus serviços através de tecnologia (Airbnb, Über, Netflix, Spotify, etc.) – e que se movem através de plataformas são as de maior sucesso por gerarem uma grande experiência usualmente satisfatória para o consumidor..
“No mundo da hiperconexão, as marcas precisam gerar experiências relevantes com agilidade, autenticidade, transparência e acessibilidade. Experiência, eis o nome do jogo. É o fim do monólogo. As marcas precisam engajar e não impor seu conteúdo. As marcas precisam servir um consumidor com tecnologia. Marketing, hoje, é um negócio de conteúdo, tecnologia e dados.”

E o impacto nos negócios?
“Por isso, em nossas centenas de operações globais, assumimos o desafio de não nos posicionarmos mais como uma holding company, mas sim como uma connecting company. Uma organização mais fluida, que conecta sem barreiras, oferecendo ao cliente uma solução modular one-to-one, combinando habilidades diferentes para negócios diferentes.”

E completou:
“Estamos buscando muito mais que integração, vamos além, estamos querendo interdependência verdadeira para oferecer grandes experiências multitelas. Interdependência é una. Interdependência é dinâmica. É todos viverem pelo cliente.”

Pra finalizar:
“Nossas agências estão revendo profundamente suas capacidades, num novo arranjo entre criação, mídia, RP (trabalho dirigido a formadores de opinião) e digital, além de produção do conteúdo e estratégias de distribuição para as necessidades de marcas diferentes. Estamos desenvolvendo muito mais equipes interdisciplinares de profissionais clientes-dedicados e uma cada vez maior troca aberta de talentos e de capacidades específicas.”